segunda-feira, abril 16, 2018

Kureha Rokuro

terça-feira, abril 10, 2018

Frases úteis em várias línguas eslavas

Ucraniano    Моє судно на повітряній подушці наповнене вуграми
(Moje sudno na povitrianij podušci napovnene vuhrami

Eslovaco     Moje vznášadlo je plné úhorov
 
Esloveno     Moje vozilo na zračni blazini je polno jegulj

Sérvio Мој ховеркрафт је пун јегуља
(Moj hoverkraft je pun jegulja)

Russo    Моё судно на воздушной подушке полно угрей
(Moë sudno na vozdušnoj poduške polno ugrej)

Croata   Moja je lebdjelica puna jegulja
 
Checo   Moje vznášedlo je plné úhořů

quinta-feira, abril 05, 2018

No fundo, no fundo, somos todos Transformers: "more than meets the eye".

terça-feira, abril 03, 2018

Descida

Desci a rua Mousinho da Silveira que não estava calcetada, ainda era em terra batida. Havia néons e leds nas fachadas e nas montras das lojas. Uma contradição tecnológica que era aceitável na minha cabeça. O meu cabelo estava do tamanho do cabelo do Carpinteiro, entrei na primeiro salão que encontrei. A dona tinha um bronze de solário, a boca era ampla e dardejava um olhar de matrona romana. Lavou-me o cabelo mas não
quis cortá-lo. Levou-me para a pequena sala de depilação nas traseiras e tirou-me as calças. Depois tirou as suas de lycra rosa. Um fio branco, arqueado, contínuo contornava-lhe a cintura. A barriga não era escandalosa, aliás despertou-me ainda mais a libido. Fez-me aquilo que tinha de fazer, senti-me bloqueado no início com o Alain Delon desbotado na parede a olhar para nós, mas depois conseguir dar andamento à coisa. A boca da senhora era um aspirador industrial e olhava constantemente para mim, de baixo para cima, como nos filmes HC. Fin.
- E o cabelo?
- Não to corto, é um crime cortar essa cabeleira à Sansão.
Despediu-se com um beijo molhado no rosto e mordeu-me a orelha.
Meti pela rua São João onde estavam velhotas em todas as portas. Eram todas amarelas como as fachadas dos prédios a caírem de podre. Umas estavam com as mãos a segurarem os grandes queixos, outras observavam simplesmente quem passava.
Não entrei no túnel da Ribeira. Algo ou alguém não me deixou entrar. não sei dizer-vos o que era. A rua dos Mercadores não existia. Descobri um caminho de lama que seguia em paralelo com a parede em abóbada do túnel. Um regato feito pela chuva dividia o caminho. Uma enorme poça mais à frente. Os grossos salpicos do salto cagaram-me as calças. A Ponte. O Douro era igual ao Douro que todos nós conhecemos.

terça-feira, março 27, 2018

segunda-feira, março 26, 2018

quarta-feira, março 14, 2018

Seiichi Hayashi, de"Gold Pollen" (1971)