Não sei o que é fazer uma meditação; mudo de trilho mental com muita facilidade. "Oh meu querido, eu também, não és caso único", já ouço daqui. Eu sei, mas permitam-me falar de mim por breves momentos.
Tenho uma facilidade pouco invejável e pouco comum de afastar-me do tema que quero tratar. Salto por aqui e por ali por caminhos imprevisíveis.
Por exemplo.
Era meu desejo escrever sobre como a AI poderá também vir a ser uma ajuda para criar e elaborar os nossos sonhos. Já pensaram nisso? O meu script de prompts seria algo do género:
"Co-pilot/Claude/ChatGPT/não importa AI., faz-me um roteiro de um sonho em que sou um náufrago durante 1 dia com o meu criado, "Quinta-feira" (porque encontrei-o numa 5a. feira). Dois dias depois, quando chegamos ao ponto de não retorno de rever a nossa bússola sexual, faz aparecer - milagrosamente - uma jangada de Barbarellas voluptuosas, carregadas de melancias, presuntos, queijos e vinhos. D.O.C.. Quero que este mesmo sonho dure um mês seguido.
Oh obrigado ChatGPT."
Mas não. A minha mente saltitante disse-me para falar-vos de outra coisa hiper-aborrecida, sobre pombas, vejam lá. Felizmente, sei ainda distinguir um texto genial de um texto não-tão-genial. Poupei-vos a algo muito chat.